Falar no WhatsApp
Shapeline para lojas

A loja inteira, da encomenda ao balcão.

Você compra de mais de uma fábrica, cada uma com um jeito de pedir, e o cliente que levou uma prancha ano passado só existe na sua memória. O Shapeline junta as suas fábricas, a sua prateleira e os seus clientes num lugar só, e esse lugar é seu.

Falar no WhatsApp a gente responde no mesmo dia

Construído dentro de uma fábrica de verdade, e provado com as lojas que compram dela: nove anos de venda, pedido e prancha migrados para dentro do sistema antes de ele virar produto.

Hoje o sistema que você usa é do seu fornecedor.

Um acesso por fábrica. Cada fornecedor te dá um site, um login e uma lista de pronta entrega diferente, e nenhum deles conversa com o outro.

A conta você faz de cabeça. Quanto você deve para cada um, o que já venceu e quanto entrou de cada marca este mês: a resposta está espalhada em boleto, WhatsApp e planilha.

A carteira não é sua. Quem comprou o quê está no sistema de quem fabricou, e no dia em que você trocar de fornecedor ela fica lá.

O que muda quando o sistema é o da loja.

Nada aqui depende de você trocar de fornecedor. As fábricas que já estão dentro aparecem para pedir; as que não estão continuam entrando como compra normal, na mão.

Comprar

Peça a todas as suas fábricas no mesmo lugar.

A vitrine de cada fornecedor, a pronta entrega dele e o seu preço, o da sua faixa, não o de tabela. O pedido entra direto na fila da fábrica e você acompanha etapa por etapa, sem ligar para ninguém.

Vender

O balcão, a prateleira e a sua loja online.

O que está parado e há quanto tempo, a venda fechada com o cliente na frente, e uma vitrine no seu próprio endereço para quem chega pelo Instagram. A prancha sai do estoque na hora em que é vendida.

Guardar

A carteira de clientes é sua, e isso é regra do banco.

Quem comprou, o que levou, qual litragem e quando. A fábrica vê o que ela precisa para produzir e nunca o nome nem o telefone de quem levou a prancha. Não é promessa de contrato: é como o banco de dados foi construído.

Uma prancha, do pedido ao cliente.

01
Você acha a pranchaNa pronta entrega da fábrica ou encomendando sob medida, com a litragem que o seu cliente precisa.
02
A fábrica respondeEla aceita, o pedido entra na fila dela e a data combinada passa a valer para os dois lados.
03
Você acompanha sem cobrarShape, laminação, pintura, acabamento. O "como tá a minha?" para de virar telefonema.
04
A prancha chega e entra na prateleiraCom o que você pagou por ela, para a margem sair certa quando vender.
05
Vende no balcãoCom o cliente na frente: medida, litragem, preço e a comissão de quem vendeu, na mesma tela.
06
O cliente vira fichaE não memória. Da próxima vez você já sabe o que ele surfa, o que levou e quando.

O que você já faz hoje continua de graça.

A régua é simples e foi decidida assim de propósito: tudo o que você já consegue fazer no sistema do seu fornecedor você faz aqui sem pagar. O que se paga é o que ele nunca te deu.

Grátis, para sempre

O que substitui, um por um, o que você já usa.

  • A vitrine e a pronta entrega de cada fornecedor
  • Encomendar sob medida, com a régua de litragem
  • Acessórios e o que mais a fábrica revende
  • Seus pedidos, com etapa e prazo
  • A conta com cada fábrica: o que vence e quando

Pro

As ferramentas que o sistema de quem fabrica não te dá, porque elas não servem a ele.

  • Balcão de venda, com comissão e forma de pagamento
  • Carteira de clientes, com histórico e conversa
  • Painel do que vende, do que encalha e da margem
  • Comparar pranchas lado a lado na frente do cliente

Um mês para experimentar sem pagar nada. O valor a gente combina na conversa, porque ele depende do tamanho da sua operação.

Perguntas de quem tem loja.

Preciso que a minha fábrica use o Shapeline?

Para organizar a sua loja, não: prateleira, balcão, clientes e financeiro funcionam sozinhos, com o que você compra de qualquer um. Para PEDIR por aqui e acompanhar a produção, sim, aquela fábrica precisa estar dentro. Se ela ainda não está, a gente fala com ela, e essa conversa é nossa, não sua.

A fábrica vai ver os meus clientes?

Não. O nome, o telefone e o histórico de quem compra na sua loja ficam trancados do lado de cá, e quem tranca é o banco de dados, não um acordo escrito. A fábrica vê o que ela precisa para produzir e para faturar: o que foi pedido, a medida e a data.

Eu trabalho com mais de uma fábrica. Como fica?

É o caso normal, e a tela já nasce assim. O que é dinheiro e quantidade soma (o que você comprou no ano, o que está em aberto), e o que é da relação com cada uma fica separado e dito: o prazo de pagamento, a sua faixa de preço e a lista de pranchas de cada fornecedor. Um número só sobre duas fábricas responde a pergunta do caixa e nenhuma das que terminam em ação.

Tenho a minha própria loja online?

Sim, no seu endereço, com a sua marca e o seu catálogo. Ela mostra o que está na sua prateleira e o que você consegue encomendar, e o cliente acompanha o pedido dele por um portal, sem precisar te perguntar.

Como eu entro?

Falando com a gente. Não existe cadastro sozinho de propósito: a entrada passa por uma conversa para entender o que você vende, com quais fábricas trabalha e o que vale a pena trazer do que você já tem. Migrar o histórico faz parte, e não é você que faz.

E os dados que eu já tenho?

Entram junto. Já migramos nove anos de histórico de uma operação inteira, com venda, cliente, prancha e financeiro amarrados um no outro. O que não dá para deduzir do arquivo vira pergunta objetiva para você responder, nunca palpite nosso gravado como se fosse fato.